Os atos na Assembléia Legislativa fazem parte da paralisação do magistério da rede estadual iniciada no dia 23. Os professores da rede estadual estão desde a manhã desta segunda-feira, 28, em frente a Assembléia Legislativa. Durante à tarde eles ocuparam as galerias. Na terça os professores voltam a ocupar as galerias para acompanhar a reintegração na pauta dos projetos de lei sobre índice de reajuste salarial e ressarcimento do Funaserp. Os atos na Assembléia Legislativa fazem parte da paralisação do magistério da rede estadual iniciada no dia 23. Ao final do expediente legislativo da terça-feira, os professores realizam assembléia geral, no Instituto Histórico e Geográfico, para avaliar o movimento.
Com a vigília e ocupação das galerias, os professores tentam convencer os deputados estaduais a votarem contra os projetos de lei sobre a devolução do Funaserp e o reajuste salarial de 2,96%. Os professores avaliam que o percentual apresentado pelo governo poderia ser maior e que a forma de devolução do Funaserp poderia ser feita em dois anos e não em três como pretende o governo.
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| Professores Unidos… |
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| …jamais serão vencidos. |
Professor unido, jamais será vencido
A mobilização dos professores rendeu avanços nas negociações. O primeiro foi a audiência com o governador Marcelo Déda e a garantia de que a Secretaria de Educação desse prazo para atender os pontos da pauta de reivindicação. Já a ocupação das galerias das Assembléia Legislativa impediu a votação do reajuste salarial e a forma de devolução do Funaserp. “Foi a resistência dos professores que fiz com que alguns pontos da pauta de reivindicação tivessem avanços”, frisou o presidente do SINTESE, Joel Almeida.
Ainda falta
Mesmo assim ainda faltam diversos pontos a serem discutidos. Entre eles está a promoção de classe a classe, que é a progressão horizontal na carreira que depende de quanto tempo o professor tem na rede estadual. Atualmente a progressão salarial entre um educador que inicia a carreira e um com 30 anos de magistério é de apenas 4,95%. Há também as gratificações por auto-qualificação profissional e incentivo à produção técnica, científica e cultural todas garantidas na Lei Complementar 61/2001, entre outras.
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